Nova sistemática de avaliação na Universidade



Jornal Unesp também analisa a importância do ano de 1968

A Unesp adotou uma nova cultura institucional, com a aprovação em fevereiro da sistemática de Planejamento de Avaliação Departamental. Por meio dessa metodologia, os departamentos assumem papel central num processo de planejamento, autoavaliação e avaliação, funcionando como um núcleo de articulação entre as atividades de professores e pesquisadores, por um lado, e as políticas das unidades e da Universidade, por outro. A adoção desse novo paradigma de avaliação é o assunto da reportagem de capa do Jornal Unesp em sua edição de março.

No momento em que aperfeiçoa seus mecanismos de funcionamento, a Unesp avança nos sistemas de classificação universitária internacionais. O jornal apresenta os resultados da edição de 2018 do QS World University Rankings by Subject, que classifica as melhores instituições por grandes áreas do conhecimento. Em relação à avaliação anterior do QS, a Universidade subiu posições em três das cinco grandes áreas em que essa avaliação se organiza.

Outro destaque é a nomeação da professora Vanderlan Bolzani para o Conselho Superior da Fapesp. Com uma extensa carreira acadêmica, Vanderlan foi indicada pelos Institutos de Ensino Superior e de Pesquisa do Estado, para um mandato que se estende até agosto de 2022.

O jornal abre também espaço para o lançamento do Manual de Credibilidade Jornalística, destinado a profissionais da área, professores e alunos. A publicação é resultado da colaboração entre o Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor) e o Programa de Pós-graduação em Mídia e Tecnologia, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), do Câmpus de Bauru. O Manual, uma iniciativa encabeçada pela jornalista Angela Pimenta, presidente do Projor, e pelo professor Francisco Rolfsen Belda, da FAAC, analisa as causas da atual descrença social nas notícias veiculadas e aponta indicadores que garantem a credibilidade do material informativo.

Entre as pesquisas apresentadas na edição está o estudo de doutorado de Mirian Cristina de Moura Garrido sobre a representação dos negros em livros didáticos campeões de venda. O trabalho, defendido na Faculdade de Ciências e Letras (FCL), Câmpus de Assis, mostra como essas obras sustentam conceitos ultrapassados sobre a condição social dos negros na história do país. O texto foi publicado com o título Escravo, africano, negro e afrodescendente – A representação do negro no contexto pós-abolição e o mercado de materiais didáticos (1997 –2012), pela Editora Alameda, com apoio da Fapesp.

Outra matéria focaliza o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Danielle Naomi Nakatsu na FAAC, que investigou a representação das mulheres no cinema. Segundo a autora, o estudo teve como objetivo utilizar o design da informação para difundir as propostas feministas.

A edição divulga ainda o encontro das equipes de segurança de redes de universidades e centros de pesquisa de todo o país, que ocorreu no auditório da Editora Unesp, em São Paulo. O evento debateu as ameaças às redes de informação, que devem aumentar num ano eleitoral como 2018.

O significado do ano de 1968, marcado por manifestações e revoltas em diversos países, é o assunto do caderno Fórum. Os analistas avaliam o que ocorreu naquele momento histórico, seus efeitos nas décadas posteriores e seus pontos de coincidência com a situação atual do Brasil.

Acesse o PDF do Jornal Unesp.

Acesse o PDF do Caderno Fórum.

Acesse a edição completa em: http://www.unesp.br/jornal

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